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Membro de facção é preso pela Polícia Militar com 65 porções de drogas em Sorriso

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Equipes da Cavalaria e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, prenderam um membro de facção criminosa, de 21 anos, por tráfico de drogas, na noite deste sábado (1º.3), em Sorriso. Com o homem, os militares apreenderam 65 porções de drogas entre maconha e cocaína.

As equipes policiais estavam em patrulhamento pelas operações Tolerância Zero e Vitae e encontraram o suspeito em uma motocicleta. O homem apresentou nervosismo ao se deparar com as viaturas militares e tentou fugir.

Rapidamente, a PM realizou a abordagem ao homem e encontrou, dentro de seu capacete, 46 porções de cocaína. Ao ser perguntado sobre a procedência da droga, o suspeito revelou fazer a venda do material para uma facção criminosa da região e que havia mais entorpecentes guardados, em sua residência.

Os policiais foram até a casa do suspeito e encontraram o restante das drogas que foram apreendidas, além de uma balança de precisão e a quantia de R$ 137,00 em dinheiro da venda dos entorpecentes.

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Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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