Mato Grosso

Ministro da Pesca atende Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Vale do Rio Cuiabá

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Foi bastante produtiva a reunião do prefeito de Nossa Senhora do Livramento (40 km de Cuiabá), Silmar de Souza, com o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula. O encontro foi em Brasília, na tarde desta sexta-feira (03.02).

Silmar de Souza, que é presidente do Consorcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá, foi tratar de diversos assuntos de interesse dos municípios da região.

Além de fazer contatos e abrir portas que serão importantes para o futuro da região, o presidente encaminhou:

 Consolidação da agricultura familiar sustentável em mesorregiões do Estado do Mato Grosso, via estruturação do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá da Baixada Cuiabana do Estado do Mato Grosso;
Projeto Piscicultura sem anzol;
Levantamento de Caminhão Feira do Peixe;
Apoio ao Programa da Aquicultura Familiar no município que compõem o Consórcio Intermunicipal do Vale do rio Cuiabá;
Programa de Aquisição de Alimentos – Edital de Chamada Pública nº 02/2020;
Aquisição de Escavadeira hidráulica Sobre Esteiras, para realização de abertura de viveiros escavados, para criação de Piscicultura nos municípios que compõe o consorcio do Vale do Rio Cuiabá do Estado de Mato Grosso;
Estruturação de Unidades de Serviços Territoriais de Inspeção Sanitária em consórcios públicos/SUASA.

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De acordo com o presidente, a reunião serviu principalmente para abrir caminho para a apresentação de futuros projetos sobre cada um dos itens da pauta. “Nossa região se caracteriza por pequenas propriedades rurais que produzem alimentos orgânicos que atendem o mercado local e apoiam o desenvolvimento regional e sustentável. E é isso que vamos levar ao Ministro, junto com vários projetos que vão ajudar essa nossa gente”, explicou.

O fortalecimento da agricultura familiar por meio da piscicultura, compra de equipamentos e outros projetos passam, a partir agora, para a fase de estudo de viabilidade, para depois se encaminhar para aprovação do Ministério.

“O Ministro André de Paula nos recebeu muito bem, viu com interesse cada um dos itens da pauta que apresentamos e disse estar aberto ao atendimento das necessidades dos pequenos produtores da região dos municípios pertencentes Consorcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá”, explicou Souza.

Fonte: Mato Grosso

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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