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Motorista de aplicativo é preso com 23 tabletes de drogas em Matupá

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Vinte e três tabletes de entorpecentes que eram transportados por um motorista de aplicativo foram apreendidos pela Polícia Civil, na noite de quarta-feira (16.10), no município de Matupá.

A ação em conjunto com a Polícia Militar resultou também na apreensão de dois simulacros de arma de fogo. O suspeito de 38 anos foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Durante diligências investigativas os policiais civis identificaram um motorista de aplicativo, que estava transportando drogas em um automóvel Hyundai HB20 de cor branca.

Com base nas informações, o suspeito passou a ser monitorado pela equipe, sendo constatado que ele havia ido até Colíder para fazer o carregamento de entorpecentes.

Diante dos fatos, foi solicitado apoio a Polícia Militar para monitoramento do veículo. Ao retornar para Matupá, o investigado percebeu que estava sendo seguido e mudou o trajeto, indo para Guarantã do Norte.

O carro foi abordado pelos policiais na BR-163, ocasião em que o condutor tentou fugir por uma estrada de terra. Contudo ele acabou sendo contido por um policial civil.

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No interior do veículo foi encontrada uma caixa de papelão com 21 tabletes e meio de maconha, um tablete de cocaína e outro tablete de pasta base de cocaína.

Ao ser questionado, o suspeito apontou o local onde havia mais entorpecentes. No endereço indicado foram localizados dois simulacros de armas de fogo.

Em seguida o motorista de aplicativo foi encaminhado com todo material apreendido para a Delegacia de Matupá, onde foi interrogado e autuado pelo crime de tráfico de drogas.

Após a confecção dos autos de prisão em flagrante, o suspeito foi apresentado e colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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