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Motorista que atropelou e matou homem em Várzea Grande é preso em Rondonópolis

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O motorista da carreta que provocou um atropelamento com morte, na manhã de sexta-feira (02.08), no bairro Novo Mundo, em Várzea Grande, e fugiu do local, foi identificado pela Polícia Civil, nas investigações contínuas da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

Ele foi preso na manhã deste domingo (04), pela Polícia Militar, em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

Diante das informações apuradas pela equipe da Deletran que resultaram no paradeiro do procurado, foi solicitado apoio à Polícia Militar, a qual prendeu o suspeito na rodoviária em Rondonópolis. A carreta Volvo envolvida no acidente também foi apreendida.

Ao ser abordado, ele confessou ser a pessoa que conduzia o veículo, bem como estava com a passagem comprada para embarcar com destino à cidade de Goiânia, Estado de Goiás.

Em seguida o homem foi levado até a 1ª Delegacia de Polícia, onde foi interrogado e autuado em flagrante pelo crime de homicídio na direção de veículo automotor. O preso também responderá pelo crime de omissão de socorro.

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O atropelamento

Na manhã de sexta-feira (02), a vítima Rogério Pereira de Souza, 32 anos, foi atropelada na Rodovia BR 364, saída para Jangada.

Em conversa com os amigos de Rogério foi informado que por volta das 6 horas, a vítima recebeu um telefonema de um cliente para fazer um programa.

Testemunhas informaram que viram quando Rogério corria ao lado da carreta, batendo na porta lateral da cabine. Momento em que o condutor passou a fazer manobras de zigzag, ocasionando o atropelamento.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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