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Motoristas flagrados respeitando regras de trânsito recebem “multa positiva” na Capital

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A 18ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite de sexta-feira (17.02), na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá, marcou o lançamento de uma campanha de conscientização pelo trânsito seguro, realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Durante a ação, os motoristas flagrados conduzindo seus veículos conforme as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) receberam a “multa positiva”.

A iniciativa, executada por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Sesp-MT, visa incentivar ainda mais a responsabilidade no trânsito e atuar de forma preventiva, especialmente no enfrentamento da combinação de álcool e direção, uma das principais causas de acidentes e mortes no trânsito.

A intenção é conscientizar o maior número de motoristas possível, com orientações para que não dirijam após a ingestão de bebidas alcoólicas, promover a segurança viária e a ordem pública. Quem realizou o teste do etilômetro e teve resultado negativo, e ainda estava com a documentação e veículo regular foi congratulado pela boa conduta.

Pela legislação, o condutor que apresentar índice de álcool no sangue superior a 0,33 miligramas por litro de ar expelido no teste do etilômetro é preso em flagrante, deve pagar multa no valor de R$ 2.934,70 e tem a CNH suspensa, além de responder por crime de embriaguez ao volante previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro. Abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem CNH retida e paga multa.

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Fiscalização

Durante a ação integrada, 113 veículos foram fiscalizados e 124 testes de alcoolemia realizados, que resultaram na prisão de sete pessoas e na autuação de oito por condução de veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Também foram emitidos 56 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Do total, 18 foram por condução de veículo sob efeito de álcool e 11 por dirigir sem os Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), entre outros. Dos 113 veículos fiscalizados, 38 foram removidos, sendo 34 carros e quatro motocicletas.

Além do GGI, a 18ª edição da Operação Lei Seca envolveu o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Corpo de Bombeiros, Socioeducativo e a Polícia Penal.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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