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MT Cidadão é eleito um dos 20 melhores aplicativos de governo estadual no Brasil

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O aplicativo MT Cidadão, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), foi eleito um dos 20 melhores aplicativos de Governo Estadual no renomado Prêmio iBest 2023. Atualmente, o aplicativo segue na disputa pelo Top 10, cujos vencedores serão anunciados no dia 7 de agosto.

Com o objetivo de proporcionar aos cidadãos mais praticidade e acessibilidade nas informações e nos serviços públicos oferecidos pelo Estado, o MT Cidadão se destaca como uma ferramenta de transformação digital. Por meio do aplicativo, os usuários têm a possibilidade de emitir documentos, agendar atendimentos, consultar informações sobre veículos e muito mais, tudo em um só lugar.

Uma das principais metas do MT Cidadão é estreitar a relação entre o cidadão e o poder público, permitindo que os usuários enviem sugestões, reclamações e denúncias de forma rápida e segura. Essa interação direta contribui para a melhoria da qualidade do atendimento e para tornar os serviços públicos mais acessíveis e eficientes para todos.

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Para o secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Brandão, o aplicativo MT Cidadão é o principal canal de acesso digital aos serviços do Governo, com tecnologia de ponta, design moderno, linguagem simples e o mais importante, o mais utilizado pela população.

“Hoje temos mais de 900 mil usuários cadastrados, mais de 61 milhões de transações realizadas e 15 órgãos integrados fornecendo serviços pelo aplicativo, e, pelo planejado, ele vai ficar cada vez mais contemporâneo. Com certeza esta indicação para o prêmio iBest é merecida e será um reconhecimento justo a um grande e sério esforço realizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso para tornar a entrega de serviços mais eficiente”, afirmou o secretário.

Com o MT Cidadão, o Governo de Mato Grosso continua sua trajetória em busca da excelência na prestação de serviços públicos, usando a tecnologia como aliada para facilitar a vida dos cidadãos. Com essa iniciativa, a administração estadual demonstra seu empenho em acompanhar as demandas digitais da sociedade e proporcionar uma experiência cada vez mais satisfatória aos usuários.

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O presidente da MTI, Cleberson Gomes, afirma que “este reconhecimento reflete a visão do governador Mauro Mendes e a sinergia dos órgãos do Governo de Mato Grosso, que resultaram em uma plataforma tecnológica robusta e segura”.

“Essa plataforma simplifica e agiliza os processos governamentais, proporcionando um valor real por meio dos serviços digitais e focando em uma melhor experiência para os cidadãos. Ficamos muito honrados com o reconhecimento, e isto serve de combustível para expandir tanto quantitativa quanto qualitativamente, em busca de uma melhoria contínua”, acrescenta.

Premiação
O prêmio iBest foca em iniciativas do mundo digital e atualmente é considerado a maior premiação do tipo no Brasil. Até chegar ao resultado final, premiando a melhor iniciativa de cada categoria, cinco fases ocorrem durante todo o processo de análise, sendo elas: seleção iBest, iBest 20+, iBest TOP 10, iBest TOP 3 e o anúncio dos vencedores.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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