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MT Escola de Teatro está com inscrições abertas para vestibular

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Estão abertas as inscrições para o vestibular da MT Escola de Teatro, que oferece 50 vagas gratuitas no curso superior de Tecnologia em Teatro. Os candidatos têm até 21 de maio para se inscrever online, e o início das aulas presenciais será no segundo semestre, em Cuiabá.

O curso superior de Tecnologia em Teatro possui ênfase em sete áreas de atuação, e o candidato fará a escolha ainda no vestibular. Ao todo são 20 vagas para Atuação e 30 vagas distribuídas para as áreas de Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Iluminação, Sonoplastia e Produção Cultural.

O vestibular prevê modalidades para ampla concorrência e reserva para negros, indígenas e pessoas com deficiências que tenham estudado todo Ensino Médio em escolas públicas. Também há opção de isenção de taxa para os candidatos que se enquadram nos critérios previstos no edital, e o prazo para o requerimento é de 28 de abril e 4 de maio. Para os demais, o valor é de R$ 100 e o prazo limite para inscrição é 21 de maio.

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O vestibular será feito em duas fases, sendo uma a carta de intenção e a outra a prova prática e entrevista. As informações mais detalhadas sobre as duas etapas estão no edital de seleção. As inscrições devem ser feitas no site da Unemat.

A MT Escola de Teatro funciona por meio de um termo de cooperação entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Cultural Cena Onze. Com dois polos de atuação, em Cuiabá e Cáceres, possui 90 alunos matriculados no curso superior. Em Cuiabá, as aulas são ministradas no Cine Teatro Cuiabá e as aulas dos aprovados no vestibular começam em 07 de agosto.

Para mais informações e acessar o edital, clique AQUI

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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