MATO GROSSO

MT Hemocentro promove capacitação sobre analgesia em pacientes com Doença Falciforme

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso promoveu nesta quinta-feira (13.11), a capacitação “Manejo da Dor em Pessoas com Doença Falciforme”. Durante o curso, também foi abordado como o profissional deve fazer a notificação da doença, obrigatória desde de 2023.

A programação da capacitação foi feita em duas etapas: na primeira, a Responsável Técnica da Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Kellyth Andrade Pereira, destacou a importância da notificação compulsória. Além disso, os profissionais da saúde foram capacitados sobre o preenchimento do formulário para notificar o município sobre um paciente com Doença Falciforme.

Em seguida, a Dra. Marcela Santa Rosa, fisiatra e especialista em dor, ressaltou sobre a importância da analgesia correta em pacientes com a patologia, destacando como cada caso deve ser acompanhado e estudado para que o paciente receba a dose e o medicamento correto no tratamento da dor.

Para o médico cancerologista pediátrico e hematologista da SES, Wolney de Oliveira Taques, a capacitação foi essencial para que cada vez mais médicos e toda equipe multiprofissional sejam capacitados no manejo da dor.

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“Para melhorarmos essa assistência aos pacientes que vão no pronto atendimento ou em outas unidades de saúde, o hemocentro tem procurado, através da educação continuada, aproximar nossos especialistas junto a esses médicos. Então, esse curso é fundamental para mostrar como a gente pode melhorar o atendimento, como que a gente vai manejar a dor desse paciente”, destacou.

A médica generalista Anny Rafaelle Ramos, que atua na Atenção Primária, destacou que a capacitação foi essencial para qualificar os profissionais da saúde no uso correto de medicações.

“A capacitação foi muito importante para entender como manejar medicações de analgesia. O curso conseguiu trazer opções de medicações para tratamento ao longo do tempo, para a crise também, saber o uso correto dos opioides e sobre a questão da dependência e tolerância”, afirmou.

Mais sobre a doença

A doença falciforme é genética, hereditária e caracterizada por alterações nas hemácias do sangue. Os glóbulos vermelhos se tornam rígidos e assumem formato de foice, dificultando a passagem de oxigênio para cérebro, pulmões, rins e outros órgãos.

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A enfermidade não tem cura e pode provocar o comprometimento das principais funções do organismo, caso o portador não receba a assistência adequada.

O diagnóstico é feito na Triagem Neonatal, com o Teste do Pezinho, e pelo exame de eletroforese de hemoglobina. Entre os sintomas estão crises de dor, síndrome mão-pé, infecções, úlcera de perna, sequestro do sangue no baço, palidez, cansaço fácil e icterícia.

O MT Hemocentro é referência no tratamento da doença falciforme no Estado e, no momento, atende 599 pacientes com a patologia.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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