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MT Saúde realizará bate-papo online sobre herpes zoster nesta sexta-feira (30)

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O MT Saúde realizará nesta sexta-feira (30.06), às 14h, o bate-papo online “Herpes Zoster: o que é, sintomas e tratamento”. A ação objetiva chamar a atenção dos servidores públicos e da população em geral para a doença – também chamada de cobreiro –, causada pelo vírus varicela-zoster, o mesmo responsável pela catapora.

Alguns estudos sugerem que a incidência da infecção aumentou após o início da circulação do coronavírus, provavelmente devido ao estresse da pandemia e da própria ação da covid-19 no organismo. Embora menos comum, a infecção pelo herpes zoster pode levar a problemas, como paralisia facial e auditiva, e até cegueira.

A convidada desta edição é a biomédica Thais de Andrade Jacinto, credenciada ao plano MT Saúde pelo Grupo Sabin/Carlos Chagas. O bate-papo com a especialista será transmitido ao vivo pelo canal do convênio no YouTube e também pela plataforma Google Meet. Clique aqui para se inscrever. A ação ocorrerá em parceria com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag-MT).


Bate-papo MT Saúde

O Bate-papo online do MT Saúde é um projeto do convênio, cujos objetivos principais são informar, prevenir e cuidar dos seus beneficiários. Ele ocorre mensalmente, sempre com um assunto do momento abordado por especialistas credenciados à rede de prestadores do plano, e é transmitido ao vivo em seu canal no YouTube.

Confira
AQUI a playlist de todos os eventos.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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