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“MT tem a melhor performance de combate a crimes ambientais do país”, destaca secretária de Meio Ambiente

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A atuação integrada entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e as forças de segurança tem fortalecido o combate aos crimes ambientais e colocado Mato Grosso em uma posição de destaque no Monitor da Fiscalização do Desmatamento do MapBiomas. A afirmação foi feita pela secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, durante lançamento da Operação Amazônia, nesta terça-feira (07.03), em Cuiabá. 

“Temos a melhor performance do país em combate aos crimes ambientais, segundo os dados do MapBiomas, que é um instituto de reconhecimento internacional. Aumentamos em mais de 600% a produtividade da autuação do combate aos ilícitos nos últimos quatro anos, com o esforço das nossas estruturas”, afirmou. 

De acordo com o MapBiomas, Mato Grosso foi o Estado que mais emitiu autos de infração após alertas de desmate ilegal, chegando a 41% da área em que foi identificado algum alerta. O levantamento considera os estados que disponibilizam dados públicos a respeito das fiscalizações.

“Somos destaque no cenário nacional no que diz respeito ao combate aos ilicitos ambientais, principalmente porque atuamos de forma integrada e cooperada com todas as estruturas de segurança pública e Ministério Público. Mostramos na prática que o crime ambiental não compensa em Mato Grosso”, observou a gestora.

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Conforme a secretária, as operações coordenadas, realizadas em conjunto com as forças de segurança e Ministério Público, impedem que ações sejam sobrepostas e aumentam a eficiência das equipes em campo. A tecnologia também é utilizada a favor da fiscalização apontando, com alertas de satélite, onde e quando iniciou o desmatamento. Com isso, é possível frear o crime ambiental ainda no início.

Em Mato Grosso, a coordenação das instituições fica a cargo do Comitê Estratégico para o Combate do Desmatamento Ilegal, a Exploração Florestal Ilegal e aos Incêndios Florestais (Cedif), que é presidido pelo governador Mauro Mendes.

Para as ações do Comitê, o Governo investiu nos últimos 4 anos cerca de R$ 180 milhões no combate e prevenção de crimes ambientais e incêndios florestais. Foram atendidos quase 27 mil alertas de desmatamento e aplicados R$ 5,2 bilhões em multas entre 2019 e 2022.

Entre os órgãos que integram o Cedif, estão as Secretarias de Estado de Meio Ambiente, Segurança Pública, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Judiciária Civil, Indea, Ministérios Públicos Federal e Estadual, a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ibama, ICMBio e Funai.

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Operação Amazônia
O Governo de Mato Grosso deu início a uma série de operações integradas para intensificar o combate aos crimes ambientais, com foco na eliminação do desmatamento ilegal. Quase 200 servidores, com apoio de 66 veículos 4×4 estarão em campo.

No lançamento da Operação Amazônia foram entregues 13 novos veículos com guincho e quatro telefones via satélite, que permitem a comunicação em locais remotos onde não há antena para sinal telefônico e internet. Estas entregas são financiadas com recursos internacionais do Programa REM.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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