O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso realiza, neste mês de junho, as últimas sessões do Tour Noturno, iniciativa que abre as portas do espaço durante a noite.
Sucesso de público, a atividade será realizada nesta sexta-feira (6.6) e prossegue nos dias 13, 14, 20, 21 e 28 de junho, com sessões sempre às 20h.
Lançado em março para celebrar os 45 anos do equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o Tour Noturno foi estendido para atender à demanda de público.
“Criamos, de forma espontânea, a versão cuiabana de uma ‘noite no museu’, e isso nos enche de alegria. Desde o mês de aniversário do museu, estamos abrindo novas sessões, todas lotadas e muito disputadas”, destaca a diretora do Museu de Arte Sacra, Viviene Lozi.
Desde a primeira sessão noturna, em março, já foram realizadas 38 sessões, sendo duas por noite. Em junho, serão realizadas mais seis visitas noturnas, uma por dia, totalizando 44 sessões e mais de 2.600 participantes.
A atração conta com iluminação especial, animação por inteligência artificial, projeções e uma abordagem interativa e inclusiva para todas as idades. Conectando atividades educativas e entretenimento, o Tour Noturno proporciona que o visitante conheça as exposições e coleções do espaço cultural, ao mesmo tempo em que se diverte com as lendas urbanas de histórias mal-assombradas acerca do Museu de Arte Sacra.
“A ideia de trazer essas estórias que circulam pela cidade, sobre personagens ilustres, artistas e até fantasmas que ganham vida no imaginário popular, deu tão certo que a experiência da visitação noturna, inicialmente pensada apenas para o mês de março, acabou se estendendo”, explica Viviene Lozi.
Cada sessão do Tour Noturno tem 25 vagas e a entrada custa R$ 30 (inteira). Para verificar disponibilidade de vaga, acesse o site aqui
O espaço cultural apresenta um acervo diversificado que inclui peças dos séculos XVIII ao XX, abrangendo estilos barroco, rococó e neoclássico. Entre os destaques, estão altares e retábulos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), imagens sacras, paramentos litúrgicos e objetos históricos provenientes da antiga Catedral do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, demolida em 1968, e do antigo Museu de Arte Sacra, que funcionava anexo à catedral.
O museu também abriga salas de exposição dedicadas ao Santo Papa João Paulo II e uma exposição de longa duração sobre Dom Francisco de Aquino Corrêa.
A entrada é gratuita aos domingos para todos os públicos. Nos demais dias, os ingressos custam R$ 5,00 (meia-entrada). Há também uma política de gratuidade para estudantes e professores da rede pública, pessoas com deficiência e seus acompanhantes, guias de turismo, profissionais de museus e pessoas de baixa renda.
Localizado na Praça do Seminário, bairro Dom Aquino, em Cuiabá, o espaço é aberto para visitação de quarta-feira a domingo, das 9h às 18h. O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e está sob gestão compartilhada da Ação Cultural.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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