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Mutirão Ambiental CAR Digital em Tangará da Serra está com inscrições abertas

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O Mutirão Ambiental CAR Digital, em Tangará da Serra, que acontecerá entre os dias 23 e 26 de setembro, está com inscrições abertas. No evento, produtores rurais e responsáveis técnicos poderão tirar dúvidas com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) sobre a validação do registro ambiental de suas propriedades.

A Sema participa por meio de atendimento individualizado com analistas sobre o Cadastro Ambiental Rural. O objetivo é instruir o produtor rural e o responsável técnico para analisar o CAR Digital confeccionado pela Sema e avaliar o seu cadastro ambiental rural para poder realizar a validação. Para se inscrever clique aqui.

O evento é organizado pelo Sindicato Rural de Tangará da Serra abrangendo os municípios de Tangará da Serra, Sapezal, Campos de Júlio, Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Nova Maringá, São José do Rio Claro e Diamantino.

O CAR Digital é um projeto único no Brasil, 100% automatizado para a análise dos cadastros de imóveis rurais do Estado. O sistema utiliza a tecnologia de imagens de satélites para apontar e gerar ao produtor o CAR aprovado pela Sema, trazendo mais agilidade em todo o processo.

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O evento será aberto com a palestra “CAR Digital” – Oportunidades e Desafios da Regularização Ambiental em Mato Grosso, ministrada pela secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto.

“O Simcar Digital é uma ferramenta nova que o Estado de Mato Grosso criou e está oportunizando ao produtor para validar o seu CAR com mais celeridade. Responderemos todas as dúvidas dos responsáveis sobre as bases digitais para a confecção do CAR do produtor rural”, destacou Luciane Bertinatto.

Também será realizada uma roda de conversa com os responsáveis técnicos dos municípios inseridos no Mutirão Ambiental CAR Digital.

O evento tem a parceria da Sema, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Instituto Mato-grossense de Carne (Imac) e JBS.

Serviço | Mutirão Ambiental CAR Digital

Data: 23 a 26 de setembro de 2024
Local: Tangará da Serra
Inscrições: Formulário aqui

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Organização: Sindicato Rural de Tangará da Serra
Parceiros: Sema, Famato, Acrimat, Aprosoja, Ampa, OAB, Imac e JBS.

Programação:

23 de setembro
19h – Palestra “CAR Digital” – Oportunidades e Desafios da Regularização Ambiental em Mato Grosso

Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra – (ACITS)
Endereço: Av. Pres. Tancredo de Almeida Neves, 96-S – Centro, Tangará da Serra

24 de setembro

9h – Roda de Conversa com responsáveis técnicos
Sindicato Rural de Tangará da Serra (Parque de Exposições) Av. Lions Internacional, Parque da Serra

24 a 26 de setembro

8h às 17h – Atendimento individualizado com analistas do CAR
Sindicato Rural de Tangará da Serra (Parque de Exposições) Av. Lions Internacional, Parque da Serra

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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