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Mutirão atenderá eleitores e eleitoras de Nova Guarita

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A 33ª Zona Eleitoral de Mato Grosso realizará um mutirão de atendimento, em Nova Guarita, nos dias 25, 26 e 27 de junho. Os serviços serão oferecidos na Escola Municipal Santa Isabel, localizada no bairro Progresso, das 13h às 16h, no primeiro dia (25.06) e das 7h30 às 16h nas demais datas (26.06 e 27.06).

O foco do mutirão é o cadastro da biometria, além da regularização da situação junto à Justiça Eleitoral, entre outros serviços que estarão disponíveis à população de Nova Guarita. Atualmente, há 4.096 pessoas aptas ao voto no município, das quais, 3.709 possuem a biometria cadastrada, ou seja, 90,6%.

A biometria garante mais segurança nas eleições, pois evita que uma pessoa vota no lugar de outra. Para fazer o cadastro biométrico, basta levar um documento oficial com foto no local de atendimento. Já no caso de transferência de domicílio eleitoral, além do documento pessoal, é necessário apresentar comprovante de endereço.

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Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: A imagem divulga o mutirão eleitoral realizado em Nova Guarita pela 33ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). À esquerda, há uma foto de atendimento biométrico, mostrando uma pessoa sendo auxiliada por um servidor para o registro das digitais, com equipamentos como notebook e leitor biométrico visíveis. À direita, sobre fundo azul com listras diagonais, está o texto “Mutirão Eleitoral – Nova Guarita”, junto ao logotipo do TRE-MT.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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