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Mutirão atenderá população do bairro Osmar Cabral, em Cuiabá

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Nos dias 02 e 03 de maio, o bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, receberá mutirão da Justiça Eleitoral de Mato Grosso, com diversos serviços. Os atendimentos ocorrerão das 8h às 14h, na Igreja São Francisco de Assis. A expectativa é atender em torno de 300 pessoas.

Serão realizadas operações de alistamentos (confecção do 1º título), segundas vias, transferências e revisões, cadastro da biometria, como também entrega de títulos, entre outros, sob coordenação da 55ª Zona Eleitoral, com sede em Cuiabá.

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) entrou na reta final de atendimentos, em função da proximidade do prazo final de fechamento do cadastro eleitoral, no dia 08 de maio. Além dos últimos mutirões, o órgão ampliou o horário de atendimento ao público nos Cartórios Eleitorais e Centrais de Atendimento para 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Também está previsto um dia de atendimento no sábado, no próximo dia 04.

Jornalista: Nara Assis

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#PraTodosVerem: Imagem com fundo cinza e sobre ele, à esquerda, tem a foto de um homem negro que veste uma camiseta polo cinza, sorrindo e apontando o dedo direito para o quadro ao lado. À direita, no quadro constam informações sobre o mutirão. No canto superior direito, tem a marca do TRE-MT e no canto superior esquerdo tem uma pequena faixa em tons de azul e branco. Na parte inferior, tem uma faixa amarela.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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