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Mutirão da 57ª Zona Eleitoral em Paranatinga oferecerá diversos serviços à comunidade

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A 57ª Zona Eleitoral anuncia mutirões em Paranatinga e Gaúcha do Norte para atender aos eleitores e oferecer uma variedade de serviços. A iniciativa tem início na próxima segunda-feira, dia 1º de abril, e se estenderá ao longo da semana, com atividades programadas em diferentes localidades.

Confira o cronograma do mutirão:

Dia 01 de abril: Aldeia Mehinako – Gaúcha do Norte.
Dia 02 de abril: Aldeia Aweti – Gaúcha do Norte.
Dias 03 e 04 de abril: Empresa Frigorífico Minerva – Gaúcha do Norte.
Dia 05 de abril: Assentamento Colorado – Paranatinga

O horário de atendimento será das 8h às 16h em todos os dias mencionados. Durante o evento, serão disponibilizados diversos serviços, incluindo alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, mudança de local de votação, cadastramento biométrico, emissão de certidões e atualização de dados cadastrais.

Vale ressaltar que a 57ª ZE atende o eleitorado de Paranatinga e Gaúcha do Norte, totalizando quase 23 mil eleitores. A juíza responsável pela 57ª ZE é a magistrada Raiza Vitória de Castro Rego Bastos Gonzaga, que destaca a importância desse evento para a comunidade:

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“O mutirão eleitoral é uma oportunidade valiosa para garantir que todos os cidadãos tenham acesso aos serviços eleitorais essenciais. Além de fortalecer a democracia, essa iniciativa promove a inclusão e a participação cívica, aspectos fundamentais para o desenvolvimento de nossa sociedade. Estamos empenhados em oferecer um atendimento eficiente e de qualidade a todos os eleitores, contribuindo assim para uma eleição justa e transparente.”

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#DescriçãodaImagem: Imagem de fundo cinza contendo do lado esquerdo a foto de um indígena e do lado direito um quadrado contendo as informações dos mutirões com dias, local e horário. Na parte inferior consta uma faixa cinza escuro e na parte superior a direita consta a logo do TRE-MT.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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