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Mutirão do CAR Digital 2.0 em Diamantino começa na próxima terça-feira (25)

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realiza na próxima terça-feira (25.11), das 8h às 11h30, a abertura do mutirão “CAR Digital 2.0 em Campo” no município de Diamantino, que seguirá até o dia 27. A solenidade de abertura ocorrerá no auditório da Câmara Municipal, e os atendimentos ocorrerão na sede do Sindicato Rural do município.

A programação da solenidade de abertura começa com uma palestra sobre o “CAR Digital 2.0: A evolução da regularização ambiental em Mato Grosso”. O tema será abordado pela secretária-adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto.

Na sequência, serão realizadas outras duas apresentações. A primeira sobre o Programa de Reinserção e Monitoramento (PREM), do Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac), destinado ao monitoramento da regeneração de áreas desmatadas ilegalmente nas propriedades pecuárias no Estado de Mato Grosso.

A segunda é sobre o programa de incentivo Floresta + Amazônia, voltado para agricultores familiares que possuem imóveis rurais de até quatro módulos fiscais, com previsão de liberação de R$ 1,5 mil a R$ 28 mil, dependendo do estágio de regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) da propriedade.

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Atendimentos CAR Digital 2.0

No período da tarde, a partir das 13h, na sede do Sindicato Rural do município, serão iniciados os atendimentos aos produtores rurais e profissionais técnicos. Os atendimentos nos demais dias ocorrerão das 8h às 18h.

Além de Diamantino, outros nove municípios da região estão no CAR Digital 2.0. São eles: São José do Rio Claro, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Nortelândia, Alto Paraguai, Denise, Arenápolis, Nova Olímpia e Santo Afonso.

“A Sema estará em Diamantino com profissionais habilitados para tirar todas as dúvidas do produtor rural e do seu responsável técnico, no que se refere à adequação ao Código Florestal Brasileiro na sua propriedade”, ressaltou a secretária-adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto.

Em Diamantino, o “CAR Digital 2.0 em Campo” é realizado pela Sema em parceria com o Sindicato Rural e a Prefeitura. A iniciativa tem o apoio do Projeto Floresta+ Amazônia, Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac), Escritório Verde (JBS), Instituto PCI (Produzir, Conservar e Incluir) e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea).

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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