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Mutirão eleitoral atende estudantes e servidores de escola em Luciara

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Estudantes, servidores e servidoras da Escola Estadual “Juscelino Kubitscheck”, no município de Luciara (1.040 km de Cuiabá), receberão atendimento para os serviços essenciais da Justiça Eleitoral. A 15ª Zona Eleitoral promoverá o mutirão entre os dias 06 e 10 de outubro, das 7h30 às 13h30. A escola está localizada na Avenida Dez de Maio, nº 16, Centro. 

 

Os serviços oferecidos são: alistamento eleitoral (confecção do 1º título), transferência, revisão, segunda via, emissão de certidões, emissão de guias para pagamento de multa, consulta de situação eleitoral e, principalmente, a coleta biométrica. 

 

O objetivo da ação é incentivar os(as) jovens a exercerem o papel de cidadãos e cidadãs desde cedo. A partir dos 16 anos, o jovem já pode votar. Embora o voto seja facultativo até os 18 anos, o exercício estimula a participação ativa na democracia.  

 

“Os alunos do Ensino Médio, que agora têm 15 anos de idade e completarão 16 no próximo ano, já poderão votar em 2026”, explicou o chefe de Cartório da 15ª Zona Eleitoral, Marion Yudi Arai Ohira. Portanto, pessoas que completarem 16 anos até maio do próximo ano podem realizar o alistamento eleitoral e exercer o direito ao voto. 

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Para usufruir da maioria dos serviços, é preciso levar o documento oficial com foto. No caso do primeiro título, transferência e regularização, também é necessário apresentar o comprovante de residência atualizado. Em caso de alistamento eleitoral, homens maiores de 18 anos também devem mostrar o comprovante de quitação militar. 

 

“O atendimento na unidade escolar visa facilitar para o eleitor, porque para realizar o alistamento é necessário apresentar o comprovante de domicílio junto ao documento oficial. Com o aluno já matriculado, ele não precisa trazer esse comprovante. A matrícula já vincula ele ao domicílio e ao município de votação”, esclareceu Marion Ohira. 

 

Biometria 100% 

 

A iniciativa também faz parte da campanha Biometria 100%, que visa ampliar a cobertura biométrica em, pelo menos, 98% do estado em 2025. A biometria garante mais segurança no momento da votação, pois evita que alguém vote duas vezes e que uma pessoa vote no lugar de outra. 

 

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis) 

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#PraTodosVerem: A imagem mostra a Escola Estadual “Juscelino Kubitscheck”. A parede é azul claro, com um grande telhado. Há uma cerca de arame com árvores para dentro. No centro da foto, na calçada fora da grade, há um Orelhão.

Fonte: TRE – MT

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Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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