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Mutirão eleitoral de Rondonópolis tem data alterada desta quinta (30) para 05/11

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) comunica a alteração na data de mutirão eleitoral no município de Rondonópolis, que ocorreria nesta quinta-feira (30.10). A ação foi reagendada para o dia 05 de novembro, das 8h às 11h30 e das 18h30 às 21h30, na Faculdade FASIPE Rondonópolis, localizada na Avenida Lázara Naves Dias, s/nº, Coophasem. 

 

De acordo com a chefe de Cartório da 10ª Zona Eleitoral, Hiromi Mizobe, a transferência foi realizada a pedido da direção da faculdade. Para atender a população, cinco servidores estarão disponíveis no local com kits biométricos. Cada kit contém um computador portátil, scanner para coleta biométrica, câmera digital, pad para assinatura e case para ambientação e transporte dos equipamentos. 

 

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis) 

 

#PraTodosVerem: A imagem apresenta um layout institucional do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), em tons de azul e branco. No centro, em destaque dentro de uma faixa azul arredondada, está a frase “TRE-MT INFORMA”, indicando um aviso ou comunicado oficial do órgão. No canto superior esquerdo, aparece o logotipo do TRE-MT.

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Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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