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Mutirões eleitorais em Alto Araguaia e Alto Taquari garantem coleta de biometria

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A Justiça Eleitoral realizará mutirões de atendimento nos municípios de Alto Araguaia e Alto Taquari para garantir a coleta biométrica dos eleitores e eleitoras. A iniciativa, de ordem do juiz da 8ª Zona Eleitoral de Mato Grosso, Daniel de Sousa Campos, ocorrerá entre os dias 11 e 18 de setembro, em diferentes locais. 

 

Em Alto Araguaia, o mutirão terá início em na quinta-feira (11.09), na Praça Tiradentes no Boiadeiro, em frente à Secretaria de Esportes, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h30. Nos dias seguintes, o atendimento será na Prefeitura Municipal de Alto Araguaia (Av. Carlos Hugueney, nº 552, Centro), em 12 de setembro (sexta-feira), das 9h às 11h30 e das 14h às 18h30, e em 13 de setembro (sábado), das 8h às 12h. 

 

Na outra semana, os serviços avançam para as unidades de saúde do município. Em 15 de setembro (segunda-feira), será a vez da Unidade Básica de Saúde (UBS) Vanessa Welter, no bairro Aeroporto, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h. Já no dia 16 de setembro (terça-feira), a equipe atenderá na UBS ESF Gair de Barros, que fica na Rua Maria Leocádia, n° 197, bairro de Lima, das 14h às 17h30. 

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Em Alto Taquari, a população terá duas opções de atendimento. No dia 17 de setembro (quarta-feira), o mutirão estará no Posto de Saúde da Família (PSF) e Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) 13 Pontos, na Rua dos Pioneiros, n° 248-326, das 9h às 11h30 e das 14h às 18h30.  

 

No mesmo dia, também haverá atendimento no Terminal Rodoviário de Alto Taquari, localizado na Av. Macário Subtil de Oliveira, s/n, das 9h às 11h30 e das 14h às 19h30. O serviço no Terminal Rodoviário continua em 18 de setembro (quinta-feira), das 8h30 às 11h30 e das 14h às 18h30. 

 

O objetivo da ação, conforme o juiz eleitoral Daniel de Sousa Campos, é facilitar o acesso dos cidadãos e cidadãs ao cadastramento biométrico e assegurar que todos e todas estejam com a biometria 100% atualizada, requisito essencial para a identificação segura no processo eleitoral. 

 

Biometria nos municípios 

 

Em Alto Araguaia, do total de 11.389 pessoas aptas ao voto, 11.054, ou seja, 97,06 já possuem a biometria cadastrada. Ainda faltam 335 (2,94%) eleitores e eleitoras para fazerem o cadastro. Já em Alto Taquari, do total de 7.853 do eleitorado apto ao voto, 7.560, isto é, 96,27% fizeram a biometria. Deste total, restam 293 pessoas, o equivalente a 3,73%, para realizarem o procedimento. 

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra o processo de coleta biométrica, em que uma pessoa posiciona o dedo em um leitor digital manuseado por outra, ambas com unhas pintadas de vermelho. Sobre a mesa há um computador, documentos e equipamentos usados para registro e identificação.   

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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