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Mutirões eleitorais levarão atendimento a escolas da sede e zona rural de Campo Verde

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Dois mutirões serão realizados pela 12ª Zona Eleitoral, com sede em Campo Verde (132 km de Cuiabá), para atender a população que mora na zona urbana e, também, na zona rural. Os atendimentos ocorrerão entre os dias 06 e 10 de outubro, com serviços como alistamento (confecção do 1º título), coleta biométrica, transferência de domicílio eleitoral e revisão de dados cadastrais. 

 

Os primeiros atendimentos serão na Escola Estadual Ulisses Guimarães, nos dias 06, 07 e 08 de outubro, sempre das 7h às 18h. A unidade escolar está localizada na Rua Rio de Janeiro, nº 915, bairro Jardim Cidade Verde, na zona urbana. Os serviços estarão à disposição de toda a população. 

 

Na sequência, o mutirão chega à Escola Boa Esperança, localizada no Assentamento Dom Osório, na Rodovia BR 070, Km 348, mais 30 Km a esquerda, zona rural de Campo Verde. Lá, os atendimentos ocorrerão nos dias 09 e 10 de outubro, também no período das 7h às 18h.  

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A ação busca aproximar a Justiça Eleitoral da população, garantindo, por meio dos serviços oferecidos, o direito ao voto dos cidadãos e cidadãs. Além disso, o foco é o cadastramento biométrico. Na 12ª Zona Eleitoral, das 38.802 pessoas aptas ao voto, 37.012, o que representa 95,39%, possuem a biometria cadastrada. Em Campo Verde, do total de 32.556 pessoas aptas ao voto, 30.944, ou seja, 95,05% já possuem o cadastro biométrico. 

 

De acordo com o chefe de cartório da 12ª Zona Eleitoral, a iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso dos eleitores e eleitoras aos serviços oferecidos, especialmente em localidades mais afastadas da sede do cartório, promovendo cidadania e fortalecendo a participação democrática. Ele também ressaltou que a escolha dos locais dos mutirões foi feita com a intenção de atrair o eleitoral jovem. “Nós escolhemos fazer nas escolas, pois a maioria dos eleitores sem biometria daqui estão no Ensino Médio ou na faculdade, porém, o atendimento está aberto ao público em geral”, explicou. 

 

Jornalista: Nara Assis 

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#PraTodosVerem: A imagem está dividida em duas partes. À esquerda, aparece a Escola Estadual Ulisses Guimarães, com fachada colorida em azul, branco e detalhes em laranja, além de uma área verde com calçada de acesso. À direita, está a Escola Boa Esperança, mostrando um pátio com cobertura, árvores e piso de blocos intertravados. No canto superior direito, há o logotipo do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. 

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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