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“Nenhum governador fez tanto pelo turismo de Mato Grosso como Mauro Mendes”, afirma presidente da Fecomércio

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Com o tema “Turismo, Eventos, Agro e Negócios”, a Feira Internacional do Turismo (FIT) Pantanal foi lançada na noite desta segunda-feira (22.04), no Sesc Arsenal. Neste ano, a feira promete ser ainda maior do que a edição realizada em 2023 e a previsão é de atrair cerca de 75 mil pessoas de 30 de maio a 02 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal.

O presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), José Wenceslau Junior, destacou que o Governo do Estado é um grande parceiro na realização do evento. Neste ano foram destinados R$ 3,9 milhões, valor três vezes maior do que o aportado no ano passado.

“Fiz o convite pessoalmente ao governador Mauro Mendes para confirmar a presença dele na abertura oficial da FIT, no dia 29 de maio, e agradecer em nome de todo o trade de turismo do Estado por tudo o que o governador tem feito. Nunca nenhum governador do Estado fez tanto pelo turismo de Mato Grosso como o governador Mauro Mendes. No ano passado nós assumimos a FIT Pantanal, que estava sem ser realizada presencialmente havia cinco anos. Neste ano, com o apoio do trade de turismo e com o Governo do Estado, queremos fazer a maior FIT da história do Mato Grosso”, ressaltou o presidente.

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Para o secretário adjunto de Turismo, Felipe Wellaton, que representou a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) no evento, a FIT Pantanal é fundamental para o turismo e, mais do que lazer, trata-se de um setor que fomenta a economia, traz desenvolvimento e gera emprego e renda. No caso da gestão estadual, um dos marcos da do turismo são os investimentos em infraestrutura.  

“A pauta do governo Mauro Mendes é a infraestrutura e não podia deixar de ter investimento nesta área também no turismo. São pontes da Transpantaneira sendo trocadas de madeira por concreto, píer do Rio Mutum, as orlas, praça em Chapada dos Guimarães, Mirante de Vidro em Jaciara, além de outras tantas obras que o Governo do Estado está entregando em todos os municípios. O turismo, de fato, é a economia que tem sido pautada neste governo”.

A diretora superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destacou que a entidade vai atuar em várias frentes na FIT Pantanal como o lançamento de novos produtos, aldeia do conhecimento, a rodada de negócios nacionais e internacionais e o estande do Sebrae, que vai proporcionar experiências das ações desenvolvidas para o turismo.

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Conforme Lélia, o Sebrae/MT está trabalhando 52 novos produtos de turismo, criando cinco novos roteiros envolvendo mais de 20 municípios. Por meio da Aldeia do Conhecimento serão realizados dois workshops de economia criativa, encontro de gestores municipais do turismo, de guias de turismo e também do setor da hotelaria.

“Nas rodadas de negócios nacionais nós já temos mapeados mais de 25 fornecedores e 12 compradores envolvendo os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Já nas rodadas internacionais, que serão online, nós envolveremos outros países, entre eles Estados Unidos, França, Inglaterra e Alemanha”.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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