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Nota MT premia 1.011 consumidores no sorteio mensal de setembro; confira o resultado

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O sorteio do Nota MT referente ao mês de setembro foi realizado nesta quinta-feira (20.10), com transmissão ao vivo pelas redes sociais do Governo de Mato Grosso e da Secretaria de Fazenda (Sefaz), e premiou 1.001 consumidores. Os cinco prêmios principais de R$ 10 mil foram sorteados para moradores dos municípios de Cuiabá, Sinop, Lucas do Rio Verde e Cáceres. O resultado do sorteio pode ser conferido no site ou aplicativo do Nota MT, na opção Sorteios.

Foram contemplados com os prêmios de R$ 10 mil: Hugo Henrique Sampaio Barriquello e Viviane Santana De Jesus, de Cuiabá; Bruna Olivate Dalle Luque, de Sinop; Gilmar Gomes Xavier, de Lucas do Rio Verde; e José Pereira De Oliveira Júnior, de Cáceres. Os demais ganhadores vão receber prêmios de R$ 500, sendo que três deles foram premiados duas vezes, somando R$ 1.000 em premiação, para cada um.

Dos prêmios distribuídos no sorteio desta quinta-feira (20), 362 foram para moradores de Cuiabá e 68 para residentes de Várzea Grande. No interior, Sinop se destaca com 79 ganhadores, seguido de Rondonópolis e Tangará da Serra com 76 e 45 premiados, respectivamente.

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O sorteio foi conduzido pelo secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, que destacou a importância do programa para a sociedade, trazendo benefícios para todos. “O Nota MT é um importante programa de cidadania fiscal de Mato Grosso em que os consumidores exercem sua cidadania, contribuem com a arrecadação do Estado, com a redução da sonegação fiscal e, ainda assim, ganham prêmios, ganham desconto no IPVA e, também, ajudam as entidades filantrópicas para receber 20% das premiações”.

Além das premiações que são distribuídas aos consumidores, as entidades sociais indicadas por eles recebem o valor correspondente a 20% de cada prêmio. As instituições indicadas pelos ganhadores dos prêmios de R$ 10 mil foram: Centro de Acolhimento, Orientação e Proteção ao Adolescente, de Sinop; Associação Beneficente Evangélica, de Lucas do Rio Verde; Fundação Terezinha Mendes, de Cáceres; e Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso, de Cuiabá.

O sorteio teve como base o resultado da Loteria Federal de quarta-feira (19). Nele, concorreram 350.452 consumidores, com 2.134.740 bilhetes gerados a partir dos documentos fiscais emitidos com CPF no período de 1º a 30 de setembro.

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Participaram do sorteio o secretário Adjunto de Relacionamento com o Contribuinte, Jefferson Delgado, e os servidores Gilson Pregely e Juliana Ferreira que fizeram os procedimentos do sorteio no sistema do Nota MT.

Próximos sorteios

Estão programados ainda para 2022 mais dois sorteios mensais, com prêmios de R$ 500 e R$ 10 mil, e um sorteio especial, com prêmios de R$ 50 mil.

O mensal outubro será realizado no dia 10 de novembro e o mensal referente ao mês de novembro acontece no dia 08 de dezembro. Já o sorteio especial de Natal será realizado no dia 15 de dezembro.

Fonte: GOV MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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