MATO GROSSO

Novos fiscais de tributos da Sefaz iniciam curso de formação para ações de fiscalização e atendimento

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A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) deu início, nesta terça-feira (04.06), ao curso de formação dos 30 novos fiscais de tributos estaduais empossados pelo Governo de Mato Grosso no dia 03 de junho. O objetivo é proporcionar uma capacitação teórica e prática, antes que os novos servidores assumam suas funções.

As aulas, realizadas por meio da Escola Fazendária, abordarão diversos temas relevantes para o exercício da função, como a estrutura da Sefaz, as atribuições de cada secretaria adjunta, a área da receita pública e a legislação tributária. Os novos fiscais também receberão orientações sobre atendimento ao contribuinte, transformação digital e normas e processos tributários.

Essa abordagem visa garantir que os novos fiscais compreendam profundamente a organização interna e estejam preparados para atuar de forma integrada com as diferentes áreas da instituição como o orçamento, o tesouro, a contadoria, os projetos estratégicos e a de tecnologia da informação.

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, explicou que o trabalho dos novos fiscais vai contribuir significativamente para o combate à sonegação fiscal em Mato Grosso e para a arrecadação dos principais tributos estaduais, como o ICMS, IPVA, ITCD e o Fethab, garantindo ao contribuinte a oportunidade de regularizar sua situação antes de qualquer penalidade.

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“A principal missão de um fiscal de tributos estaduais é fiscalizar a arrecadação dos tributos que são devidos ao Estado. E esses 30 novos profissionais vão trabalhar sobretudo com dados, ciência de dados e análises preditivas de comportamento dos contribuintes, para que possamos evitar a sonegação fiscal e oferecer aos contribuintes a possibilidade de se regularizarem antes de aplicar qualquer penalidade. Essa é a grande missão dos fiscais e desses 30 novos fiscais”, disse Gallo.

O secretário adjunto de Receita Pública, Fábio Pimenta, foi o responsável pela primeira aula ministrada aos novos fiscais. De acordo com ele, a capacitação é importante para o sucesso dos servidores.

“Este curso é fundamental para que os novos servidores estejam bem preparados e aptos a exercer suas funções com excelência, contribuindo para a modernização e eficiência da Sefaz MT”, afirmou.

Na parte prática da capacitação, os novos fiscais serão divididos em grupos e atuarão em unidades de controle e monitoramento, atendimento, fiscalização e informações da receita pública. Essa imersão prática permitirá que os servidores se familiarizem com a operacionalização de sistemas e dados, além de participarem de ações de fiscalização no comércio local.

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O concurso público para cargos efetivos na área fiscal da Sefaz foi realizado em 2023 e resultou na nomeação de 30 novos fiscais. Aproximadamente 13 mil candidatos participaram do certame, que incluiu provas objetivas e discursivas, de caráter eliminatório e classificatório.

A Sefaz

A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso é o órgão responsável pela administração financeira, tributária e fiscal do estado. Suas atribuições incluem a gestão e arrecadação de tributos como ICMS, IPVA e ITCD, além da fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias e o combate à sonegação fiscal.

Além disso, a Secretaria administra o orçamento, o tesouro e a contabilidade estadual, controlando receitas e despesas, gerenciando a dívida pública e elaborando políticas econômicas para o desenvolvimento sustentável. A Secretaria também oferece diversos serviços aos contribuintes e implementa tecnologias para modernizar a administração tributária e financeira, visando maior eficiência e melhoria no atendimento

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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