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Obras no terminal rodoviário de Cuiabá estão 55% executadas

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A reforma do Terminal Rodoviário de Cuiabá está com 55% das obras executadas. Já foram realizadas a instalação de novos banheiros, localizados no setor de desembarque, uma das principais reclamações dos passageiros. O Terminal também tem uma nova área de espera e plataformas de embarque, todas com acessibilidade e novos bebedouros.

A rodoviária também conta agora com internet wi-fi, carrinhos de bagagem e telefone para atendimento. Entre as melhorias executadas também estão o muro de cercamento, correção de infiltrações e pintura, melhorias no telhado, instalação de monitoramento por câmeras e novas salas administrativas. Também foram corrigidos problemas no asfalto do estacionamento e das pistas de embarque.

Conforme o secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra-MT, Joelson Matoso, mais de um milhão de passageiros passam pelo Terminal de Cuiabá todo ano, com uma média de 200 mil pessoas nos meses de dezembro e janeiro, durante as férias escolares e as festas de fim de ano, e a reforma vai oferecer um serviço de melhor qualidade para todos.

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“Com essa reforma, esse grande volume de pessoas que vêm de ônibus para a capital terá mais conforto em um terminal mais moderno, com serviços amplos e uma estrutura adequada”, afirma.

A reforma foi permitida pela concessão realizada pelo Governo do Estado.

Segundo Selmo Marques, gerente da Sinart – empresa que assumiu a concessão do Terminal, a previsão é de um investimento de R$ 32 milhões. A concessão prevê a construção de novos espaços para serviços comerciais, praça de alimentação e novos guichês de venda de passagens. Logo será instalado um novo elevador, o que vai contribuir com a acessibilidade dos usuários do Terminal.

Ainda segundo Selmo, o número de passageiros no fim deste ano pode até aumentar, devido a alta no preço das passagens aéreas. Para este feriado de Finados, a expectativa é de 20 mil pessoas passando pela Rodoviária, número 15% maior do que em 2021.

As obras de reforma começaram em junho de 2021 e devem ser finalizadas no segundo semestre de 2024.

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O Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Vieira de Sá foi inaugurado em 1979 e tem 23.373,07 m² de área construída. Com um projeto considerado arrojado e moderno para época, com grandes vãos livres e ampla circulação de ar. Anualmente, 106,5 mil ônibus e 1,3 milhão de passageiros passam pelo local.

Esta é a primeira grande reforma realizada no terminal rodoviário, com investimentos possibilitados pela concessão realizada pela Sinfra-MT.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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