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Oito motoristas são presos e autuados em flagrante por embriaguez ao volante

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Oito motoristas foram presos e atuados em flagrante por dirigir embriagados em duas das mais movimentadas avenidas de Cuiabá: Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) e Miguel Sutil. As prisões aconteceram em duas edições da Operação Lei Seca, 109ª e 110ª.

Na primeira, 109ª, que aconteceu na madrugada de quinta-feira (08.12), na Miguel Sutil, no Jardim Cuiabá, ocorreram três prisões seguidas de autuação em flagrante, com base no artigo 306 do Código de Trânsito.

Nessa, 116 condutores fizeram o teste de alcoolemia e 111 veículos foram vistoriados. Desses veículos, 39 foram removidos, sendo 35 carros e quatro motocicletas. A operação registrou ainda o recolhimento de seis carteiras de motorista(CNH) e 23 autuações infracionais por dirigir sem registro ou licenciamento veicular.

Na 110ª Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (09), na  Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA), 117 testes de alcoolemia foram aplicados e cinco condutores presos autuados criminalmente porque estavam embriagados.

Essa mesma ação fiscalizou 114 veículos, procedimento que levou à autuação de 48 com multas. Ao final da operação, 46 veículos, entre os quais seis motocicletas, tiveram de ser recolhidos por falta de registro, licenciamento, condições de circulação, entre outras irregularidades.

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Nas duas operações, coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Segurança Pública(GGI-Sesp) atuaram profissionais do próprio GGI, BPMTran, Deletran, Detran, CBM, Semob, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo. 

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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