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Oito pessoas são detidas pela PM após denuncia de agressão contra gestante em Tapurah

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Policiais militares do 14º Comando Regional conduziram oito pessoas em flagrante, neste domingo (22.2), por lesão corporal contra uma gestante e suspeitos de integrarem uma facção criminosa, em Tapurah (389 km de Cuiabá). Entre os envolvidos estão quatro homens, de 17 a 33 anos e quatro mulheres, de 16 a 25 anos.

Os policiais militares do 1º Pelotão do município foram acionados por uma equipe médica do Hospital Regional, relatando que uma mulher, de 23 anos, deu entrada com algumas escoriações pelo corpo e que está gestante de três meses. A vítima apresentava sangramento, dor no abdômen e cefaleia.

No local, um homem relatou que levou a vítima, após ela ter sido agredida pelos suspeitos integrante de uma facção criminosa, durante uma confraternização, em uma residência localizada na Avenida Pará, entre a Rua 4 de Julho.

Após a denúncia, os policiais militares realizaram abordagem dos suspeitos. Todos os envolvidos possuem passagens criminais por envolvimento com facção e tráfico ilícito de drogas. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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