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Operação Comando Itinerante intensifica policiamento na região de Guarantã do Norte

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na noite desta segunda-feira (05.08), a edição da Operação Comando Itinerante, no Comando Regional de Guarantã do Norte. A operação visa intensificar o policiamento das cidades da região e contou com o reforço de efetivo de mais de 50 militares, de diferentes unidades especializadas da instituição.

A 7ª edição da operação é direcionada para o policiamento das áreas urbanas e rodoviárias da região do 15º Comando Regional. Na primeira noite da ação, os policiais percorreram as cidades de Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo e Matupá e realizaram abordagens, buscas e checagens, além de policiamento repressivo em áreas com maiores incidências criminais.

Na primeira noite de operação, cerca de 100 pessoas foram abordadas e 63 veículos fiscalizados em barreiras montadas pela Polícia Militar. Em uma das ações, dois homens foram presos por direção perigosa e desobediência, após fugirem de uma abordagem da PM. Os militares fizeram acompanhamento pelos suspeitos, que foram detidos após causarem um acidente, em Peixoto de Azevedo.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, ressaltou que a operação chega em mais uma região do Estado mantendo o foco na garantia da sensação de segurança para a população, com ações fortes de combate à criminalidade.

“Aqui nessas cidades não é diferente, com essa operação que inicia hoje e dura pelos próximos dias, eu tenho certeza que a população vai sentir essa forte presença da Polícia Militar. Estamos cada vez mais trabalhando para a proteção dos cidadãos de bem desses municípios e de todo o Estado. O foco é a ostensividade, demonstração de força e abordagens em pontos específicos”, destacou o coronel Mendes.

O policiamento na região foi reforçado com os militares das equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio), além dos militares do Corpo Musical, que também atuaram nas abordagens e buscas.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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