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Operação durante Carnaval impede entrada de 12 celulares, drogas e acessórios em penitenciária de Rondonópolis

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Operações contínuas realizadas pela Secretaria de Estado de Justiça no período do feriado de Carnaval, na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis, evitou que materiais ilícitos como celulares e entorpecentes chegassem aos custodiados da unidade prisional. A maior parte dos materiais foi levada à penitenciária por meio de drones, abatidos por policiais penais de plantão.

Entre os dias 1º e 4 de março, foram apreendidos 12 aparelhos celulares, acessórios, como carregadores e fones, porções de maconha e fumo, armas artesanais e varas de pesca, resultando em prejuízos ao crime organizado.

As ações de segurança, para reforçar o controle e coibir a entrada de material ilícito aos reeducandos, são parte das medidas do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas, do Governo do Estado.

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, pontua que, em todas as unidades prisionais, foram reforçados protocolos de segurança. “As equipes de policiais penais estão atentas diariamente aos protocolos de segurança e na Mata Grande, em Rondonópolis, não tem sido diferente, visto o número de drones apreendidos no ano passado e nos primeiros meses deste ano, tentando levar celulares e drogas para dentro da penitenciária”, elogiou o gestor ao destacar a atuação dos policiais da unidade prisional.

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Entre o ano passado e o início de 2025, as equipes da Penitenciária de Rondonópolis apreenderam 20 drones, flagrados sobrevoando a unidade levando pacotes de celulares, acessórios e carregadores, entre outros produtos ilícitos.

Apreensões no Carnaval

Durante o sábado (1º.3), policiais penais na torre de vigilância da Penitenciária de Rondonópolis avistaram um drone sobrevoando a unidade. Imediatamente, a equipe antidrone conseguiu localizar um pacote que estava acoplado ao drone e foi jogado na laje do Raio 2, com dois celulares, fones de ouvido e a carcaça de um aparelho.

Ainda no sábado, uma visitante foi detida durante procedimento padrão de revista, na entrada da unidade prisional. Imagens do escâner corporal apontaram que a mulher, de 22 anos, tinha um corpo estranho na região pélvica. Ela foi levada à Unidade de Pronto Atendimento de Rondonópolis, onde foi constatado que trazia um invólucro com cocaína. Após a retirada do entorpecente, a visitante foi encaminhada ao plantão da 1a Delegacia de Rondonópolis.

Na madrugada de domingo (2.3), os policiais das torres de sentinela avistaram outro drone sobrevoando os raios 2 e 3. A equipe antidrones realizou varredura e encontrou outro pacote que levava cinco celulares, um tablete de maconha, fumo e fone de ouvido.

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No mesmo dia, os policiais penais realizaram operação de revista no Raio 2 e apreenderam quatro porções de maconha e um celular analógico.

Na terça-feira de Carnaval, outro pacote levado por um drone foi interceptado pelas equipes de vigilância antes que chegasse às mãos dos reeducandos. Dentro, havia porções de maconha, quatro smartphones, carregadores, cabos USB, fones de ouvido e duas varas de pesca.

Ainda na terça-feira, em revista a outras celas do Raio 2, os policiais penais apreenderam três facas artesanais.

“As ações constantes e contínuas realizadas pelas equipes da Polícia Penal durante o feriado de interceptaram a coibiram a entrada de diversos materiais ilícitos ao interior da unidade, resultando em prejuízo ao crime organizado e evitando a utilização destes materiais pelas facções” destacou o diretor da penitenciária, Ailton Ferreira.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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