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Operação em área externa de penitenciária apreende quatro drones e evita entrada de 28 celulares

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Policiais penais finalizaram, na sexta-feira (14.3), uma operação ostensiva no perímetro externo da Penitenciária Major Eldo Sá Correia que resultou na apreensão de quatro drones, 28 celulares, 18 carregadores, além de diversos acessórios e bebidas alcoólicas. O prejuízo estimado às facções criminosas é de aproximadamente R$ 500 mil.

A operação começou na quarta-feira (12), com a vigilância das áreas ao redor da penitenciária, que incluem áreas de mata e onde suspeitos se escondem para tentar lançar drones com material ilícito em direção à unidade prisional. A ação da Polícia Penal é mais um reforço nas medidas de segurança definidas pelo programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas.

Durante a madrugada de sexta-feira, os policiais das torres de vigilância avistaram a movimentação de drones próximos ao raio 2 da penitenciária, que acabou desviando a rota.

Os policiais que estavam na parte externa da unidade prisional seguiram os sinais do aparelho não-tripulado que foi em direção à MT-130 e entrou em uma propriedade rural. A equipe penal seguiu em direção ao pasto, e na sequência avistou dois suspeitos com vestes camufladas operando os drones. Ao perceberem a aproximação dos policiais, que deram ordem de prisão, a dupla fugiu rumo à mata fechada.

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No local foram apreendidas mochilas com dezenas de materiais, como: quatro drones, 29 baterias para drones, controles para drones, 28 aparelhos celulares, uma carcaça de aparelho celular, carregadores portáteis, 18 carregadores completos, fones de ouvido três garrafas com bebida alcóolica, barras de Durepox.

O diretor da penitenciária, Ailton Ferreira, explicou que pela quantidade de material apreendido, os suspeitos estavam preparados para permanecerem uns dois dias na região de mata.

“A quantidade de baterias dos drones apreendidos revela que seriam necessárias alguma viagens para que os drones tentassem sobrevoar o espaço da Penitenciária e desovar os materiais ilícitos nos Raios”, destacou o diretor, chamando atenção para o prejuízo causado à criminalidade com a apreensão dos materiais, estimado em aproximadamente meio milhão de reais.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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