MATO GROSSO

Operação integrada apreende 141 porções de entorpecentes e 124 celulares na Penitenciária de Rondonópolis

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) realizou, nesta quinta-feira (14.11), a quinta fase da operação integrada Raio Limpo na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (a 216 km de Cuiabá). Cerca de 100 servidores participaram das buscas por materiais ilícitos nas instalações da unidade.

Na ação, que se concentrou no raio quatro, foram apreendidas 141 porções de entorpecentes, 124 celulares, 9 carregadores portáteis e sete chips.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves, destacou o aumento das operações de fiscalização nas unidades prisionais para coibir o crime organizado.

“Já realizamos quatro edições da operação Raio Limpo em Cuiabá e Várzea Grande e, agora, iniciamos a expansão para o interior do Estado. Vamos manter essa repressão contínua para garantir a ordem dentro das unidades prisionais”, afirmou.

Todos os celulares apreendidos serão encaminhados à Politec, e o conteúdo será analisado pela Polícia Civil para investigar, por exemplo, a entrada dos aparelhos na unidade e possíveis conexões dos reeducandos com crimes externos.

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Coordenada pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária em conjunto com a Adjunta de Integração Operacional, a operação contou com o apoio de servidores da Polícia Penal que trabalham na unidade, do Canil, do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), do Serviço de Operações Especiais (SOE) e do setor de Inteligência. A Polícia Civil e a Politec também participaram da força-tarefa.

Devido à intervenção, o atendimento ao público externo da unidade está suspenso na data de hoje.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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