MATO GROSSO

Operação integrada impede segunda invasão de terras em fazenda de Poxoréu

Publicado em

Operação integrada das Polícias Militar e Civil impediu, neste domingo (04.06), a segunda tentativa de invasão de terras de uma fazenda em Poxoréu (231 km de Cuiabá).

As forças de segurança identificaram, no local, dois carros e diversas barracas construídas de maneira improvisada, usando madeira retirada da própria área, e cobertas por lona.

Seis pessoas que estavam na área foram conduzidas à delegacia. De acordo com levantamento, a invasão teria sido liderada por uma mulher de 43 anos.

Investigações preliminares apontaram que outras 35 pessoas eram aguardadas para ocuparem as terras, e poderiam chegar na fazenda a qualquer momento. No entando, nenhuma outra pessoa chegou enquanto as equipes policiais estiveram no local.

No domingo passado (28.05), a mesma fazenda já havia sofrido uma tentativa de invasão. Ao todo, 13 pessoas foram flagradas e confessaram que pretendiam invadir as terras por considerá-las devolutas. Em rondas nas proximidades, um homem foi preso por estar com mandado de prisão em aberto. Ele foi entregue na delegacia de Primavera do Leste.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre prisão de mais três alvos da Operação Procusto

Tolerância zero
O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, reforça que as ações de repressão são permanentes e estão sendo ampliadas em todos os municípios. Roveri lembra que esse trabalho inclui estratégias de inteligência para identificar possíveis mobilizações com intuito de impedir as invasões.

“O governador Mauro Mendes já determinou tolerância zero contra o crime de esbulho possessório, que são as invasões de terras, e assim temos feito, agindo de forma rápida e eficaz para impedir esse tipo de crime em nosso Estado”, afirma.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

Published

on

Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

Leia Também:  Operação Lei Seca com foco em motocicletas resulta em três autuações criminais

Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

Leia Também:  Polícia Civil lança operação nacional de combate a crimes de violência contra a mulher

As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA