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Operação Lei Seca prende 13 pessoas por embriaguez na Avenida Isaac Póvoas

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A 69ª edição da Operação Lei Seca de 2024 realizada, na madrugada deste sábado (06.07), na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá, prendeu 13 motoristas e motociclistas por embriaguez na condução de veículos automotores. A fiscalização teve início às 2h e seguiu até às 6h.

Além das 13 prisões, foram aplicados 60 autos de infração e 40 veículos acabaram sendo removidos.

De acordo com o relatório final, 181 condutores foram abordados e 181 testes de alcoolemia foram aplicados. Dez condutores que apresentaram teor alcoólico abaixo de 0,33, não caracterizando embriaguez, foram autuados administrativamente.

A exemplo dos 13 condutores que estavam embriagados e acabaram presos, os dez também vão pagar a multa de R$ 2.934,70, conforme estabelece o Código de Trânsito.

A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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