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Operação Lei Seca prende seis pessoas por embriaguez ao volante

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Seis pessoas foram presas durante a 32ª Operação Lei Seca realizada na noite desta quarta-feira (29.03), na Avenida Miguel Sutil, no bairro Cidade Alta, em Cuiabá. Ao todo, 119 testes de alcoolemia foram aplicados pelos os agentes das forças de segurança pública.

De acordo com o relatório de produtividade da ação integrada, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 117 veículos foram fiscalizados. Destes, 37 foram autuados e 35 removidos por irregularidades, sendo 28 carros e sete motocicletas.

Houve ainda a confecção de 47 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Deste total, 13 foram por condução de veículo sob efeito de álcool; 11 por dirigir sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 12 por conduzir carro ou moto sem registro ou não licenciado; e onze por outros motivos.

Esta edição da Operação Lei Seca contou com as forças do Batalhão de Trânsito da PM (BPMTran); Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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