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Operação Lei Seca prende três condutores por embriaguez ao volante

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A 1ª edição da Operação Lei Seca de 2023 resultou na prisão de três condutores por embriaguez ao volante, conforme previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A ação realizada na madrugada desta quinta-feira (12) se concentrou na Avenida Fernando Correa da Costa, no bairro Jardim Petrópolis, em Cuiabá.

Conforme fechamento do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), 111 veículos foram fiscalizados, sendo 50 autuados e 45 removidos. Dentre estes, 43 automóveis e duas motocicletas. Ao todo, 118 motoristas realizaram o teste de alcoolemia.  Foram lavrados ainda 61 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 11 motoristas por conduzirem veículo sob o efeito de álcool e 13 por se recusarem a realizar o teste de alcoolemia.

Também foram emitidos oito autos por condução de veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e 19 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, além de 15 CNHs recolhidas e de outras ocorrências em geral (10).

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A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada pelo GGI e coordenada pelo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Nesta primeira edição do ano, participaram representantes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros (CBM), da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), e dos Sistemas Sócioeducativo e o Penitenciário de Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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