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Operação Lei Seca resulta em 10 prisões e 94 multas aplicadas em Várzea Grande

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Dez pessoas foram presas e 38 veículos foram removidos, durante a 27ª edição da Operação Lei Seca de Várzea Grande, realizada na tarde desse domingo (27.7), na Estrada da Guarita. Dos condutores presos, sete foram por embriaguez ao volante, dois por entregar a direção para pessoa não habilitada e um por adulterar a sinalização do veículo.

Segundo o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT), foram confeccionados 94 autos de infração de trânsito, dos quais 31 foram por condução de veículo sem registro ou não licenciado, 18 por conduzir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 12 por conduzir veículos sob efeito de álcool, dois por recusa ao teste de alcoolemia e 30 por motivos diversos.

Ainda durante a operação, 139 testes de alcoolemia foram aplicados. Dos 127 veículos fiscalizados, 54 foram autuados e 38 removidos.

A fiscalização do trânsito com operações Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). Nessas ações trabalham equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Politec, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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