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Operação Lei Seca termina com 12 prisões e 45 veículos removidos em Cuiabá

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A operação da Lei Seca resultou em 12 prisões por embriaguez ao volante na noite desta quinta-feira (26.2), durante abordagens na Avenida Carmindo de Campos, no bairro Grande Terceiro em Cuiabá. Do total de detidos, três deles tiveram a multa agravada por não possuir habilitação, além do consumo de bebida alcoolica.

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), 149 veículos foram fiscalizados durante a ação e 149 testes de alcoolemia foram realizados. Do total de veículos abordados, 36 foram autuados e 45 veículos foram removidos ao pátio, sendo eles 33 motocicletas e 12 carros.

Ao todo, a operação expediu 62 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 22 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 12 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 11 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e sete por recusar-se a realizar o teste de alcoolemia.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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*Sob supervisão de Wiliam Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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