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Operação Lei Seca termina com 13 motoristas presos por embriaguez na Isaac Póvoas

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A 79ª edição da Operação Lei Seca, realizada na madrugada deste sábado (17.08), em Cuiabá, terminou com a prisão de 14 motoristas, sendo 13 por embriaguez ao volante e um por ter mandado de prisão preventiva em aberto por causa de dívida de pensão alimentícia.

A fiscalização aconteceu na Avenida Isaac Póvoas, área central de Cuiabá, com início às 2hs e se estendeu até por volta das 6h, de acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integra (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Nesse período, 225 veículos foram parados para fiscalização e 234 condutores submetidos ao teste de alcoolemia. No total, 31 veículos acabaram sendo removidos, sendo 29 carros e uma motocicleta, e 63 multas aplicadas.

Além do consumo de bebida alcoólica, que caracteriza crime, não apresentar ou não ter CNH, estar com a documentação do carro ou moto irregular, são algumas das motivações das multas aplicadas.

Vale ressaltar que para quem dirigir embriagado a multa é de R$ 2,9 mil e pode chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade. O motorista também tem a CNH suspensa e perde o direito de dirigir por um período de até 12 meses.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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