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Operação Lei Seca termina com cinco prisões e 48 veículos removidos em Várzea Grande

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A 19° edição da Operação da Lei Seca realizada em Várzea Grande, na avenida Couto Magalhães, na madrugada desta quarta-feira (14.5) terminou com cinco pessoas presas por embriaguez ao volante, uma delas com agravante por violar a suspensão da habilitação para dirigir. Ainda na operação, 48 veículos, sendo 31 carros e 17 motos, foram removidos.

Foram confeccionados nesta edição 88 Autos de Infração de Trânsito, sendo 26 por conduzir o veículo sem registro ou não licenciado, 16 por recusa ao teste de alcoolemia, 15 por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 14 por condução de veículo sob efeito de álcool e 17 multas por infrações diversas.

A ação começou às 23h45 e terminou com 172 pessoas submetidas ao teste de alcoolemia. Ao todo, 172 veículos foram fiscalizados e 65 autuados.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Politec.

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*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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