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Operação na Mata Grande apreende mais de 40 itens eletrônicos e porções de drogas

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Vinte dispositivos eletrônicos e 24 porções de drogas foram apreendidos durante a operação “Eclipse”, realizada entre o sábado (15) e a segunda-feira (17) por policiais penais na Penitenciária Eldo de Sá Correia (Mata Grande), em Rondonópolis (210 km ao Sul de Cuiabá).

De acordo com o balanço da ação, apresentado na manhã desta terça-feira (18), foram apreendidos dois drones, cinco aparelhos celulares, quatro baterias de recargas, quatro cabos carregadores, cinco fones de ouvido, 14 porções de substância aparentando ser cocaína e 10 porções de substância aparentando ser maconha.

Segundo o diretor da Mata Grande, Ailton Ferreira, os policiais penais têm realizado várias operações nas áreas externas e internas do presídio com o objetivo de neutralizar ações criminosas e, consequentemente, apreender materiais ilícitos.

“As equipes de plantões trabalharam distribuídas em setores estratégicos e alinhadas para que a operação pudesse ter o efeito desejado. O objetivo foi alcançado e uma grande quantidade de materiais ilícitos foram aprendidos”, destacou.

Uma das principais formas de entrada de entorpecentes nas unidades prisionais é por arremesso seja por meio de drones ou jogadas por terceiros muro adentro, além de pequenas quantidades que acabam sendo levadas no corpo.

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Neste fim de semana, por exemplo, duas mulheres foram presas tentando entrar com 1,7 kg de entorpecentes na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Para combater, prevenir e manter a ordem e a segurança, a revista e operação são permanentes nos presídios.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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