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Operação no Complexo Penitenciário Ahmenon resulta na apreensão de 143 porções de droga, 29 celulares e 27 chips

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A terceira fase da operação integrada “Raio Limpo”, deflagrada nesta sexta-feira (25.10), pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), resultou na apreensão de 143 porções de maconha, 29 celulares e 27 chips no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.

A ação tem como objetivo remover objetos ilícitos da penitenciária como materiais eletrônicos e entorpecentes. As buscas se concentraram nos raios três e cinco.

Todos os celulares apreendidos serão periciados, e o conteúdo investigado pela Polícia Civil, que apurará, por exemplo, a entrada dos celulares e a ligação dos reeducandos com crimes fora das unidades prisionais.

Nesta fase, participaram mais de 70 servidores da Polícia Civil, da Força Tática da Polícia Militar, do Serviço de Operações Especiais (SOE), do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), da Inteligência do Sistema Penitenciária, além do efetivo da Polícia Penal da própria unidade. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também auxiliou a operação.

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Força-tarefa

Em 9 de outubro, a Segurança Pública realizou a primeira fase da operação na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá. Nesta ação, foram apreendidos 47 celulares e porções de drogas. Além das apreensões, três presos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas.

Já a segunda fase ocorreu no dia 14 do mesmo mês, ainda na PCE, e resultou na apreensão de 71 aparelhos celulares, 130 chips e porções de drogas.

Três dos celulares foram encontrados escondidos na cadeira de rodas de um preso condenado por roubo, tráfico de droga e outros crimes. Os aparelhos estavam entre a cobertura do couro sintético e a espuma dos suportes de proteção de pernas da cadeira de rodas.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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