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Operação prende 12 condutores embriagados em Cuiabá

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A 73ª edição da Operação Lei Seca, realizada na madrugada deste domingo (5.10), em Cuiabá, resultou na prisão de 12 pessoas por embriaguez ao volante. As abordagens ocorreram na avenida Carmindo Campos, no bairro Grande Terceiro.

Além das prisões por embriaguez, quatro pessoas foram presas por crimes de adulteração de veículo, favorecimento pessoal, desobediência e resistência.

Ao todo, foram realizados 106 testes de alcoolemia que resultaram na confecção de 85 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Do total de infrações 23 foram contra condutores flagrados sob efeito de álcool, oito pela recusa ao teste de alcoolemia, oito por não possuir habilitação, 26 por conduzir veículo não licenciado e 20 por infrações diversas.

Também foram fiscalizados 103 veículos, sendo 51 autuados e 43 removidos (32 carros e 10 motos).

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta ação foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran), Departamento de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Perícia Técnica, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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