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Operação prende quatro motoristas por embriaguez e apreende 32 veículos

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A 99ª edição da Operação Lei Seca, que ocorreu no final da tarde deste domingo (13.11), na rua Guarita, Bairro Vila Artur, em Várzea Grande, resultou na autuação de três motoristas em flagrante delito por embriaguez ao volante. 

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública, 100 condutores passaram pelo teste de alcoolemia e 99 veículos foram fiscalizados.

Essa ação também levou à aplicação de 47 autos de infrações de trânsito e remoção de 32 veículos, sendo 25 carros e 7 motocicletas, e na apreensão de 11 carteiras de habilitação (CNH). Ainda, contabilizou seis motoristas dirigindo sem que fossem habilitados e 19 veículos circulando registro ou licenciamento no Departamento de Trânsito.

A Operação Lei Seca é uma ação coordenada GGI/Sesp, e, nesta edição, contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal de Várzea Grande e Departamento Estadual de Trânsito(Detran).

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Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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