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Operação prende três motoristas por embriaguez e apreende 32 veículos

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A 99ª edição da Operação Lei Seca, que ocorreu no final da tarde deste domingo (13.11), na rua Guarita, Bairro Vila Artur, em Várzea Grande, resultou na autuação de três motoristas em flagrante delito por embriaguez ao volante. 

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública, 100 condutores passaram pelo teste de alcoolemia e 99 veículos foram fiscalizados.

Essa ação também levou à aplicação de 47 autos de infrações de trânsito e remoção de 32 veículos, sendo 25 carros e 7 motocicletas, e na apreensão de 11 carteiras de habilitação (CNH). Ainda, contabilizou seis motoristas dirigindo sem que fossem habilitados e 19 veículos circulando registro ou licenciamento no Departamento de Trânsito.

A Operação Lei Seca é uma ação coordenada GGI/Sesp, e, nesta edição, contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal de Várzea Grande e Departamento Estadual de Trânsito(Detran).

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Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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