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Operação remove 38 veículos e prende duas pessoas por embriaguez ao volante

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A 37ª edição da Operação Lei Seca 2023, realizada na madrugada quinta-feira (13.04), na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, resultou na prisão de dois motoristas por embriaguez ao volante, autuação de 41 veículos e na remoção de 38 deles, sendo 36 carros e duas motocicletas, em razão de irregularidades.

De acordo com balanço de produtividade, na ação integrada foram fiscalizados 132 veículos e realizados 135 testes de alcoolemia. Também foram confeccionados 47 Autos de Infração de Trânsito (AITs), dos quais cinco foram aplicados por condução de veículo sob efeito de álcool.

Houve ainda a emissão de duas AITs por direção do carro ou moto sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 21 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, entre outras.

Sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), essa edição contou com a participação do Batalhão de Trânsito (BPMTran); da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT); Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Corpo de Bombeiros, Polícia Penal e do Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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