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Operação termina com dois motoristas presos por embriaguez e outros 33 condutores multados na MT-251

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Dois motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a 19ª edição da Operação Lei Seca, em Cuiabá, na madrugada desta terça-feira (4.3). As abordagens ocorreram na MT-251, na entrada para o distrito do Coxipó do Ouro, e resultaram também na confecção de 33 autos de infração de trânsito.

Do total de multas, 11 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, oito por recusa ao teste de alcoolemia, seis foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, dois por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e seis por infrações diversas.

Também foram realizados 142 testes de alcoolemia e fiscalizados 135 veículos com 29 autuações. Além dos presos por embriaguez ao volante, uma pessoa foi detida por crime de desobediência.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran) da Polícia Militar, Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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