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Operações contínuas removem mais celulares e drogas de penitenciárias de Cuiabá e Rondonópolis

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Revistas realizadas pelas equipes da Polícia Penal, entre terça e quarta-feira (4 e 5.3), nas duas maiores penitenciárias de Mato Grosso resultaram na apreensão de 24 aparelhos celulares, diversos acessórios, chips de telefonia e entorpecentes.

Na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis, foi realizada uma operação de revista no Raio 3 da unidade prisional, na tarde de quarta-feira (5.3), e localizadas 25 porções de maconha, 13 aparelhos celulares, cabos UBS e chips.

O diretor da unidade prisional, Ailton Ferreira, ressalta que as campanas e operações de revistas contínuas são fundamentais para coibir a entrada de ilícitos, especialmente, na atenção aos drones que sobrevoam a penitenciária para deixar pacotes com drogas e celulares.

“Entre 2021 e março deste ano, as equipes da Polícia Penal da unidade apreenderam 215 aparelhos equipamentos não-tripulados, evitando assim, a entrada de dezenas de celulares e acessórios, drogas, entre outros materiais, causando prejuízos ao funcionamento das facções criminosas dentro da unidade”, explicou o diretor.

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Na Penitenciária Central do estado, em Cuiabá, uma nova revista em dois raios da unidade apreendeu 11 aparelhos celulares, na terça-feira (4.3).

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, pontuou que o aprimoramento nos procedimentos de segurança estão surtindo efeito, como parte das medidas implantadas dentro do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas.

“Com o empenho de nossos policiais penais nas ações de segurança dentro das unidades do Sistema Penitenciário, vamos alcançar o objetivo de zerar a entrada de materiais ilícitos”, destacou o gestor.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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