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Operações Lei Seca fiscalizam 290 veículos e fazem 16 autuações criminais neste fim de semana

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Duas edições da operação Lei Seca, a 42ª e a 43ª, realizadas em Várzea Grande, na madrugada de sábado (26.10) e na noite deste domingo (27), resultaram em 16 autuações criminais de condutores, sendo 14 por embriaguez e duas por adulterações de números no chassi.

Realizadas na Avenida Couto Magalhães, área central, e na Rua da Guarita, bairro Vila Arthur, as duas operações somaram 290 veículos fiscalizados e 298 testes de alcoolemia realizados(a diferença para maior ocorre em função da exigência do teste aos motoristas que vão assumir a direção dos veículos daqueles que foram autuados por consumo de álcool).

O relatório das operações também aponta que 101 veículos acabaram sendo removidos, sendo 69 carros e 32 motocicletas, além de 160 autos de infrações lavrados por consumo de bebida, dirigir sem habilitação, licenciamento vencido, entre outras exigências do Código Brasileiro de Trânsito descumpridas.

A fiscalização do trânsito com as Operações da Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nessas duas ações, trabalharam equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), da Polícia Penal, da Politec, do Sistema Socioeducativo, da Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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