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Operações Lei Seca prendem 11 condutores e removem 43 veículos neste domingo (19)

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As duas operações Lei Seca realizadas na madrugada deste domingo (19.01), ambas em Cuiabá, chegaram ao final com 11 prisões de condutores por embriaguez.

Dessas 11, três associavam consumo de bebida com a falta de habilitação (CNH) para dirigir, delito que aumenta em até 1/6 a penalidade criminal do condutor, conforme o artigo 298, parágrafo terceiro, do Código Brasileiro de Trânsito (CBT).

Nessas operações, as abordagens e fiscalizações dos veículos ocorreram na Avenida Jornalista Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), simultaneamente nos dois sentidos da via, na altura dos bairros Santa Cruz e do Jardim Itália.

De acordo com o relatório divulgado no final da manhã, a ação teve início às 3h e se estendeu até cerca de 6h. Nesse período, 186 veículos foram abordados e 161 condutores fizeram o teste de alcoolemia.

O documento aponta, ainda, que 68 autos de infrações foram lavrados e 43 veículos removidos, sendo 36 carros e 7 motocicletas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nas ações são empregadas equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Semob, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Politec, Corpo de Bombeiros(CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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