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Orla vai atrair novamente o turismo para Santo Antônio do Leverger, afirma prefeita

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A orla que está sendo construída pelo Governo do Estado, em Santo Antônio do Leverger, será fundamental para estimular o turismo na região, como afirmou a prefeita do município, Francieli Magalhães. A obra está 15% executada e prevista para ser concluída em 2024.

“Vai ser um grande espaço de convivência, poderemos fazer nosso carnaval aqui e os turistas poderão ver nossas belezas. É uma obra que vai atrair novamente o turismo para Santo Antônio. Temos muitas obras realizadas em Santo Antônio e a gente só tem que agradecer o Governo do Estado pelas parcerias que tem com nosso município”, destacou.

A obra é realizada em parceria entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), em um investimento de R$ 9,9 milhões.

A orla é construída na região da praia de Santo Antônio. O projeto foi pensado para garantir a requalificação urbana do espaço, integrando a estrutura do local à beleza do rio, oferecendo uma opção de lazer para a população local e turistas.

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“O Governo de Mato Grosso investe muito na nossa planície pantaneira. A Orla em Santo Antônio vai estimular o turismo, mas também será importante para a população da cidade, que ganha um espaço de convivência e lazer, com uma obra de qualidade”, enfatizou o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

O projeto tem uma área construída total de 12,8 mil metros quadrados. Serão construídos um calçadão, dois bares, playground coberto, ambientes de convivência, arborização e iluminação, para que o espaço possa ser utilizado no período noturno.

A nova orla também contará com 182 vagas de estacionamento e um plano de recuperação de áreas degradadas, para a área de preservação permanente localizada entre a Avenida Beira Rio e Rio Cuiabá, em um total de 2,85 hectares.

Segundo o secretário adjunto de Turismo da Sedec-MT, Felipe Wellaton, o Estado trabalha com o foco de melhorar a infraestrutura da área e aumentar a divulgação dos atrativos.

“O objetivo é realizar um trabalho conjunto de divulgação para incentivar também o turismo interno, da própria população de Mato Grosso”, ressaltou.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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