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Palestra online sobre letramento racial no serviço público ocorre nesta segunda (24); inscrições ainda estão abertas

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Em razão da celebração do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) incentiva servidores e servidoras a participarem da palestra “Letramento Racial no Serviço Público”, proferida pela professora Ynaê Lopes dos Santos. A ação educacional, organizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ocorre nesta segunda-feira (24.11), das 15h às 16h (horário de Brasília), em formato online pela plataforma Teams. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até uma hora antes do evento, às 13h (horário de MT). Para se inscrever, clique aqui

A palestra busca atender à necessidade do enfrentamento ao racismo estrutural e institucional. Dessa forma, a Justiça Eleitoral procura valorizar a diversidade e promover a equidade racial no serviço público, além de estimular uma cultura de reconhecimento e respeito às diferenças. Para os(as) servidores(as) do Tribunal, a iniciativa é uma oportunidade de refletir sobre seu papel na desconstrução de práticas discriminatórias.

A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com um ambiente de trabalho mais justo e consciente. “Iniciativas como esta nos convidam a ampliar nossa percepção sobre desigualdades ainda presentes na sociedade e a reconhecer o impacto das nossas atitudes no cotidiano institucional. Que este momento de aprendizado fortaleça nosso empenho em construir relações mais respeitosas, ampliar oportunidades e assegurar que cada pessoa seja tratada com dignidade no serviço público”, destacou.

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Palestrante

Ynaê Lopes dos Santos é pesquisadora e especialista em História da Escravidão nas Américas, Relações Raciais e História da População Negra no Brasil; doutora, mestra e bacharel em História Social pela Universidade de São Paulo (USP); professora adjunta de História da América na Universidade Federal Fluminense (UFF); atua no Programa de Pós-Graduação em História (PPGH-UFF); bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq; vice coordenadora do Grupo de Trabalho Afro-Américas da Associação Nacional de História (ANPUH); e é autora dos livros “Além da Senzala” e “História da África e do Brasil Afrodescendente”.

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho)

#PraTodosVerem: A imagem mostra a fachada do prédio do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) em um dia ensolarado. O edifício é grande, de vários andares, com detalhes arquitetônicos em amarelo e estruturas brancas. Na parte superior, aparece a identificação “Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso”. Em frente ao prédio há bandeiras hasteadas, algumas palmeiras e plantas ornamentais. Um portão metálico branco compõe a entrada.

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Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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